Alunos do curso de cinema descobrem set do longa-metragem ‘Foi no Carnaval que passou’   

Como funciona um set de filmagem? Quem faz o quê em um filme? Como as cenas são gravadas? Você que é amante de cinema certamente já se fez essa pergunta. Afinal, por trás de toda produção cinematográfica, sempre tem um enorme trabalho de equipe. Quem está de fora geralmente desconhece esse aspecto.  

Para conhecer esses bastidores de um filme, os alunos da Hipérion participaram, no último dia 8 de abril, das gravações do longa-metragem “Foi no Carnaval que passou”, dirigido pelo professor Leo Leite.

Eles atuaram como assistentes de produção e como figurantes nas filmagens do longa, que, produzido de forma independente, narra três histórias que acontecem durante o carnaval de Recife e Olinda.

Seu enredo gira em torno de três personagens e momentos históricos: em 2015 com Pedro, que se confronta com o primeiro grande amor da sua vida; em 1970 com Márcia, que tenta ser feliz em plena ditadura militar; e em 1950 com Celeste, que deseja conhecer o carnaval nas cidades, mas é impedida por seu tio.

As gravações de que os alunos participaram foram as últimas do filme. Agora, ele está em fase de montagem

Uma descoberta

“Eu nunca estive em um set de gravação. Para mim, foi emocionante”, conta Ana Epifani, aluna do primeiro módulo do curso de cinema, cuja mais nova turma começou em março.  

Formada em letras, pós-graduada em cultura pernambucana e apaixonada pelas artes plásticas, Epifani decidiu ingressar na formação neste ano por um motivo singular: ela queria aprender técnicas de escrita de roteiros para adaptar o livro que escreveu para o cinema.

Para ela, o aprendizado tirado das aulas está sendo tamanho que “descobri, na verdade, que estou fazendo algo que amo”. “Estou descobrindo muita coisa nova na história do cinema, nas técnicas cinematográficas. Me encantei e não paro mais de pesquisar”, revela.

Segundo Epifani, o curso permite entender as especificidades da escrita de roteiros, sempre contando com auxílio do professor.   

“Estou adorando a oportunidade de saber mais sobre roteiros e de estar em contato com um diretor. É mais rico o aprendizado assim do que estudar sozinha em casa. Dá mais motivação porque somos supervisionados e aprendemos muito com as discussões”, analisa.

Por isso, continua ela, o papel de Leite tem sido fundamental no sentido de orientá-los nos processos criativos. “Ele nos corrige se há algo errado e nos direciona para o caminho certo, assim encontramos um norte dentro do curso”, compara.

Objetivos em comum

Rafaella Barros, aluna do terceiro módulo do curso de formação de atores da Hipérion, ressalta que o que mais a impressionou nessa experiência foi a sinergia da equipe de filmagem.  

“Fiquei bem feliz em participar. Percebi o quanto se demanda cuidado e energia em um projeto assim. A quantidade de pessoas envolvidas para que tudo saísse da forma certa, o profissionalismo exigido”, destaca Barros.

Segundo a aluna, que atuou como figurante nas filmagens, o trabalho com cinema exige não só criatividade, mas também rigor e sintonia. Foi o que ela viu de perto no set de filmagem.

“Aprendi a trabalhar em grupo, com pessoas que não conhecia antes, todas com um objetivo em comum. Aprendi também a seguir as instruções da equipe, cada um em sua função essencial para o andamento do projeto, e confirmei na prática que, para fazer cinema, é preciso ter disciplina e disposição”, afirma.

Realizando um sonho

Um sonho. É assim que Tatiane Farias, aluna do primeiro módulo do curso de cinema, descreve o que vivenciou no set. “Gosto muito de cinema. Sempre li, assisti, ficava tentando imaginar como as cenas são feitas, os roteiros, plano-sequência etc. Tinha muita vontade de ver como era”, conta Farias.

Por isso, “me senti realizando um sonho, pois sempre quis estar num set e poder acompanhar como é feito um filme. Foi uma experiência incrível”, externa ela.

Para Farias, a possibilidade de aprender com experiências práticas como a do set foi um diferencial da Hipérion que a levou a escolher a escola para estudar cinema.

“A gente viu no set como são feitos os cortes, a repetição das cenas. Além disso, o professor Léo Leite mostrou, nas aulas, trechos dos filmes e fez uma série de análises importantíssimas. Então, o que estamos tendo é um aprendizado efetivo e prático”, explica Farias.

Ela queria conhecer a realidade das filmagens de um longa-metragem e aprendeu, graças a essa experiência, “como o diretor coordena as cenas, como são feitos os diversos takes e a necessidade de repeti-los, como é feita a captação do som ambiente e como os figurantes interagem com os protagonistas”.

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